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Cigás — Companhia de Gás do Amazonas

Cigás:  Cresce número de usuários de gás natural no Amazonas

A versatilidade de aplicação do combustível, permitindo o seu uso em diferentes segmentos, também tem desempenhado um importante papel para o avanço do mercado de gás natural com grande impacto no desenvolvimento econômico.

Nas indústrias, o seu uso passa pela cocção de alimentos, aquecimento de fornos e caldeiras e, inclusive, como matéria-prima para produtos. Mais de 70 empresas já adotam o insumo. Uma delas, a CTK Embalagens, do subsetor papel e papelão e com 12 anos de atuação, já utiliza, desde 2019, o gás natural no aquecimento de caldeira, que gera vapor para a onduladeira, responsável pelo formato final do papelão fabricado pela indústria.

Conforme o representante da Administração da empresa, Fabrício Carvalho, o uso do gás natural gerou mais economia e maior eficiência. “Resolvemos adotar o gás natural por conta de sua eficiência, bem como pela parte financeira, por ser algo melhor financeiramente para a empresa. O gás natural é utilizado em uma máquina que se chama caldeira que, por sua vez, gera vapor para alimentar o nosso setor da onduladeira, onde é fabricada a nossa chapa de papelão, então, com o gás natural, a gente consegue fazer essa máquina rodar mais rápido do que com o antigo insumo”, explica.

A versatilidade do GN não se restringe à indústria. Hoje, a Cigás fornece o combustível para 246 empreendimentos, de diversos ramos de atividades do segmento comercial, como os maiores shoppings da cidade, supermercados, restaurantes, o Hospital Delphina Aziz, academias e lavanderias.

Especializada em roupa de hotelaria, a lavanderia Lavadeira, situada na avenida São Jorge, bairro de mesmo nome, na zona oeste, usa o GN, desde 2022, para aquecimento das máquinas de secar e da calandra, onde passam os tecidos. O proprietário do empreendimento, Jander Rozendo, destaca que reduziram os custos e a rotatividade na manutenção dos equipamentos.

“Os benefícios foram notórios. Nos primeiros meses, nós sentimos a grande necessidade de redução da questão de manutenção das máquinas. O gás anterior era poluente, deixava muito resíduo dentro das máquinas. A economia foi algo fundamental, chegou até a 50%, 60% de economia no mês. Hoje, se a gente fosse fazer uma escala de 0 a 10, a gente está na escala 10”, destaca o proprietário da lavanderia.

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